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Histórias não faltam.

Desde 1980 servindo como locutor, apresentador ou mestre-de-cerimônia de eventos, tempo em que jamais imaginei possíveis mesas computadorizadas de som com 96 canais, telepronter, trasmissão simultânea em telões de cristal, tantas foram as dificuldades. Que foi o bastante para demonstrar que um evento é único, mal organizado, melhor não tê-lo feito, mais ou menos não é consolo.

Não dá para repetir um evento, simples ou sofisticado, precisa ser correto. Aquela noiva jamais vai esquecer daquela festa; ou o coronel que a ficha me dizia ser capitão, não dá mais para desculpar-se, e o minuto de sufoco no qual o som falhou na hora de apresentar a Lúcia Veríssimo, não mais pode ser invertido.

Prestar atenção em detalhes, decidir antecipadamente, não esquecer do nome daquele buffet, que serviu pãozinho de queijo, como a prometida "delicatesses finas", daquela empresa de manobrista que constrangeu convidados exigindo de todos, gorjetas. Precisa ser feito por uma equipe, enorme, grande ou pequena, mas que seja uma equipe de pessoas empenhadas em fazer as coisas certas.

Equipe da qual pode ser apenas um: o apresentador, o mestre-de-cerimônia ou aquela que organiza tudo, que recorre a sua agenda de telefones, escrita durante mais de 30 anos, onde tenho o nome da recepcionista que faz tudo certinho; da floricultura que cumpriu com que prometeu; o pessoal do som que empenhou-se para que o evento fosse sucesso, etc...

Que sobretudo, coordenado a equipe ou sendo nela apenas mais um, possa colaborar para que seu evento saia exatamente como planejado. Para que você, satisfeito, me indique para outro amigo, para outra empresa. E para que, nos meus próximos anos de carreira, só tenha as boas histórias para contar.